(Para ler ao som de "Now or never", Mark Medlock)
E de repente, assim, não mais do que de repente, aquele sentimento inquietante brota no peito, chega sem avisar, já de malas prontas e cheias de inquietações, dúvidas, incertezas e angústias; bem como alegrias intermináveis que fazem rir se motivo e gargalhar sem parar. Porém, traz nessas mesmas malas alguns compartimentos contendo tristeza, mágoa, ressentimento, e acreditem, muitas vezes estes saem de seus habitats e unem-se aos opostos, vão adentrando assim mesmo sem pedir licença ou sequer permissão, pois são atrevidos, apropriam-se do território deles e até mesmo do que não os cabe.
E pronto, a confusão já está instaurada dentro da gente, e novamente razão e coração voltam a se enfrentar, cada um com suas respectivas causas e coerências; onde geralmente a razão perde a vez, não apresenta argumentos certos e convincentes e acaba perdendo a causa.
Muitas vezes um olhar desestabiliza todo um coração em "ordem", pulsando normalmente sessenta vezes por minuto, e o fazendo pular para cento e vinte rapidamente. Há quem explique tal "fenômeno"? Talvez os que se atrevam explicar nunca tenham sequer sentido as pernas estremecerem , os sentidos alterarem, as bochechas corarem ou até mesmo o estômago embrulhar, apenas por avistar ao longe determinada pessoa. Esses realmente não devem saber, pois se soubessem...não tentariam explicar, ou tão pouco conseguiriam tal façanha...
Muitas vezes um olhar desestabiliza todo um coração em "ordem", pulsando normalmente sessenta vezes por minuto, e o fazendo pular para cento e vinte rapidamente. Há quem explique tal "fenômeno"? Talvez os que se atrevam explicar nunca tenham sequer sentido as pernas estremecerem , os sentidos alterarem, as bochechas corarem ou até mesmo o estômago embrulhar, apenas por avistar ao longe determinada pessoa. Esses realmente não devem saber, pois se soubessem...não tentariam explicar, ou tão pouco conseguiriam tal façanha...
(To be continued)

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